6 riscos da carência e excesso de vitaminas no organismo

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Compartilhar no telegram

Muito se fala sobre os problemas da falta de vitaminas, mostrando as complicações que isso pode causar ao corpo. O problema é que a carência e o excesso de vitaminas são ruins, trazendo desequilíbrio. Elas são micronutrientes essenciais para o funcionamento do corpo. Como o organismo não consegue produzi-las, elas devem ser ingeridas diariamente pela alimentação saudável ou suplementação, mantendo o equilíbrio ideal.

Ao todo existem 13 tipos de vitaminas, entre elas a A, E e D3. Elas são conhecidas pelo seu papel na visão e imunidade, ação antioxidante e absorção de cálcio, respectivamente. Confira qual os problemas que a carência e o excesso dela podem trazer. Saiba mais.

Quais os riscos da carência das vitaminas?

1. Cegueira noturna

A deficiência da vitamina A afeta diretamente a visão, causando a chamada cegueira noturna. É um fenômeno em que a pessoa não consegue enxergar bem durante a noite ou em situações com pouca luz. Isso ocorre devido ao papel da vitamina A nos olhos. Ela ativa a produção de uma proteína dos bastonetes, que são as células do olho responsáveis por diferenciar claro e escuro e pela visão periférica.

2. Aumenta o risco de doenças cardiovasculares

A vitamina E é um importante antioxidante e age como um fator de proteção para doenças cardiovasculares. Por isso, a sua falta aumenta o risco delas. Ela protege as células das lesões causadas pelos radicais livres, que são moléculas instáveis que podem causar danos às células saudáveis.

Um exemplo disso é a arteriosclerose, o endurecimento e espessamento das paredes dos vasos sanguíneos, levando à hipertensão. A deficiência da vitamina E também influencia no tempo de coagulação do sangue.

3. Osteoporose

A vitamina D é importantíssima para a reabsorção de cálcio, garantindo a saúde dos ossos. A sua falta gera uma fragilidade nos ossos, causando raquitismo e deformação nas crianças e a osteoporose nos adultos. Ossos frágeis são mais propensos às fraturas e, no caso dos dentes, a perda deles.

Além disso, as vitaminas A, E e D3 também estão relacionadas à imunidade, qualidade da pele, unhas, cabelos e diversas outras doenças, como obesidade e câncer. A deficiência dessas vitaminas aumenta o risco de doenças, reduz a imunidade, entre outros problemas.

Quais os riscos do excesso de vitaminas?

O corpo precisa de quantidades ideais de vitaminas, por isso a overdose delas também pode causar problemas. É aquele velho ditado que tudo em excesso faz mal. Os malefícios podem ser observados após longos períodos e altas doses.

4. Sobrecarga dos rins

Por ser importante na reabsorção de cálcio, o excesso de vitamina D leva a sobrecarga dos rins, em casos extremos gerando a calcificação dele e outros tecidos. Os rins são responsáveis por filtrar o sangue, “jogando fora” tudo aquilo que o corpo não precisa. Isso significa que o excedente de cálcio passa por eles, aumentando o trabalho de filtragem dos rins.

5. Aumento da pressão

O maior risco do consumo em excesso de vitamina A é o aumento da pressão arterial e intracraniana, o que pode causar coma ou a morte, principalmente para crianças e idosos. O principal sintoma do exagero no consumo é dor de cabeça constante. Outros sintomas são espessamento e descamação da pele, lábios rachados, cabelos e pelos mais grossos e posteriormente a queda deles.

6. Redução da coagulação sanguínea

O maior risco do excesso de vitamina E é sua influência na coagulação sanguínea, reduzindo a capacidade. Isso pode levar a sangramentos, já que o corpo não conseguirá estancar o sangue. Além disso, pode ocorrer o aumento dos triglicerídeos e reduzir a produção dos hormônios tireoidianos.

Ver quais são os riscos da carência e excesso de vitaminas pode ser assustador, pois deixa evidente sua importância e influência no funcionamento do corpo. É preciso ressaltar que o maior perigo em relação a isso é a deficiência de vitaminas, devido à quantidade alimentos processados e ultraprocessados que fazem parte da alimentação.

O ideal é aliar a alimentação saudável e o uso de suplementos vitamínicos, como o Pillfood. Para saber o que deve ser suplementado ou não é preciso consultar com um profissional, fazendo análise de exames de sangue e anamnese.

Dr Rayane Pimentel

Dr Rayane Pimentel

Nutricionista
Nutri Advisor - Central Nutrition
@rayannepimentel.nutricionista

Você também pode gostar